terça-feira, setembro, 2014

Perfil: Vincent Hachen

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Vincent Hachen

Influenciadores

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Do design à tatuagem

Por Vincent Hachen

O meu contato com a arte vem desde cedo por influência e apoio do meu pai, que é artista plástico e trabalhou em várias agências de publicidade – ele sempre me incentivou a desenhar quando criança. Já com 13 anos, comecei a carreira como freelancer na agência que ele trabalhava e lá encontrei a minha profissão. Já se vão 10 anos desde o início dessa história.

Mas foi há um ano que descobri uma nova paixão: a tatuagem. Uma maneira de expressão que valoriza muito o conceito da arte e do desenho. Hoje, com cerca de 30 trabalhos realizados, sendo que tenho 9 delas feitas em mim, estou buscando treinar bastante e aumentar o portfólio para, quem sabe mais adiante, entrar em um estúdio de tatuagem ou abrir o meu. Afinal, 99% da arte vem da prática e 1%, do talento.

No meu primeiro trabalho de design pude aprender muito por estar cercado de profissionais experientes que, na época, já usavam a tecnologia como recurso para auxiliar no processo de criações. Foi assim que tive o primeiro contato com um produto da Wacom – a Intuos 2. Então, posso dizer que a marca esteve presente (e ainda continua presente) em todas as etapas do meu desenvolvimento como profissional.

Principalmente por ter nascido nesse meio digital e estar acostumado com a tecnologia, não acho que vá existir algum desenho que eu faça sem o uso da mesa. Prefiro fazer um desenho digitalmente com uma qualidade maior e em menos tempo, do que da forma tradicional, que muitas vezes acaba demorando mais e não garante o mesmo resultado para a finalidade que quero.

Diferente de uma peça de criação na área do design, que você pode alterar a qualquer momento, a tatuagem ficará pro resto da vida da pessoa. Sendo assim, o poder de decisão do cliente sobre ela é fundamental. No momento em que você possibilita e dá a liberdade para ele falar ‘muda isso aqui’ ou ‘não ficou muito legal, queria voltar para o original’, no digital um leque de possibilidades se abre, tornando o trabalho muito mais colaborativo, e é nessa vertente que pretendo seguir.

Com o mercado de tecnologia cada vez mais avançando, por que não aproveitar as inúmeras ferramentas disponíveis para ajudar em nossa profissão? Acredito que, no futuro, o uso dessas tecnologias será cada vez mais comum no mundo da tatuagem. E quem estiver a frente disso terá mais sucesso. A ideia é poder gastar mais tempo tatuando do que fazendo o desenho.

 

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