segunda-feira, julho, 2017

Como identificar um bom design em 6 passos

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Muitos dizem que design é subjetivo, que talvez não seja possível fazer uma lista de princípios para um bom design, mas por que não? Foi isso que o José Torre se perguntou e fez a seguinte lista de 6 passos para identificar logo de cara se é um bom design.

É efetivo?

A necessidade do design normalmente é solucionar um problema que foi identificado e precisa ser resolvido. Um site que precisa ser mais fácil de ser usado, uma empresa que precisa chamar atenção a partir de um novo logo… O problema pode ser qualquer coisa.

A partir disso, ao analisar o design, ele é efetivo? Ele corresponde as expectativas de usabilidade? Se a resposta for sim, ele acabou de passar o primeiro check point.

Ele diz o tom correto?

Para entender se o tom está correto, é preciso separar o tema em dois: a marca e a audiência.

A marca

A marca vai ser a percepção que o público tem da organização. Um bom design, consegue moldar a opinião do público para encaixar perfeitamente como a organização quer ser vista.

A audiência

A organização sempre tem o seu target, seja ele bem extenso ou mais segmentado. Logo, se você quer ser ter representatividade com o seu público, deve se perguntar: “Esse design é apropriado para eles?”

Se você quer abraçar o mundo de uma vez e não reparar nessas nuances, a organização começa a perder a ‘alma’ a partir do design. Pois o convencional não vai ser o suficiente. Para passar por esse check point você precisa saber se o seu design passa o tom correto e comunica-se bem.

É atemporal?

Normalmente, se deseja um design que dure uma vida, porém nem sempre é necessário. Falando-se de produtos, uma boa pesquisa das tendências dos próximos anos pode definir o seu design para que se mantenha contemporâneo na visão do público. Porém, quando se trata de logos, supostamente para durar anos ou décadas, nesses casos os redesigns de formas simples com os principais elementos anteriores, fazem com a que o logo permaneça jovem e com vida longa. Exemplo o logo da Starbucks:

starbucks

Possui poucos atritos?

Quantos mais atritos você adiciona, mais complicado fica a compreensão. Basicamente atritos são textos difíceis de ler e sites complicados a serem usados.

giphy

Esse passo parece óbvio, mas muitas vezes o design é sacrificado para que tudo apenas fique esteticamente melhor. Deve se pesar a quantidade de informação que deseja presente com cuidado, muitas vezes o conteúdo deve ser repensado.

Se o design for bem feito, esses ‘atritos’ vão passar despercebidos e as pessoas vão achar tudo que precisam facilmente. Ao contrário disso, temos pessoas com pouca retenção, pois um design ruim, possui muitos atritos que não o torna funcional.

É visualmente apelativo?

Essa é a parte que a maioria das pessoas focam mais, com mais discussões e controvérsias. A explicação é simples: subjetividade. Opiniões se divergem e concordar com todos nem sempre é o usual.  Contudo, para apresentar um bom design e barrar a subjetividade, se atentar com os princípios do design pode ser a saída correta. Além disso, enriquecer o seu também é importante. Ver diversos design bem elaborados e compreender que elementos se repetem entre eles para encontrar um bom padrão de um bom design.

1+1=3?

Este último check point é a cereja do bolo, pois se o seu projeto já passou bem em todos os tópicos acima, quer dizer que você já tem algo realmente bom a sua frente.

Para revelar se o seu design tem algo mais para acrescentar, olhe bem de perto, vá além da combinação tipográfica e escolha de cores – quando há uma grande ideia por trás de algo tão simples, o design ganha um novo nível de potencial. Como o logo da Fedex, com a incrível seta escondida, mostrando a rapidez que o seu negócio promete.

fedex

Isso é o que diferencia bom designers de ótimos designers. Muitos vão se reter as regras como uma máquina, a forma de sobressair entre os demais é pensar mais a fundo e trazer mais criatividade alinhada com as técnicas.

Portanto, um bom design não é apenas como ele é bonito ao olhar, mas sim uma combinação de decisões para que o consumidor final tenha uma experiência fácil e ainda única.

 

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