quarta-feira, março, 2016

A Mulher Artista

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Para celebrar o dia internacional da mulher, neste 8/03/16, nós da Wacom Brasil gostaríamos de relembrar as dificuldades e obstáculos ainda encontrados por mulheres do mundo inteiro no meio criativo. E ainda, aproveitar este dia para enaltecer as conquistas de algumas mulheres que ultrapassaram as barreiras do machismo e se destacaram por todo seu talento e criatividade.

 Desde o começo da arte, as mulheres ganharam pouquíssimo ou nenhum destaque, espaço de divulgação ou até mesmo incentivo para seguir a carreira artística. Dentre as poucas pintoras clássicas que conhecemos, Artemísia Gentileschi provavelmente é a mais famosa por sua biografia trágica e também por fazer parte do início de uma tendência artística que, mais tarde, foi toda creditada ao italiano Caravaggio.

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Judite Decapitando Holofernes – Artemísia Gentileschi, 1612

No período moderno, algumas mulheres despontaram com talento inegável, que sobrevivem até hoje na memória do público e entusiastas da arte – por exemplo, a mexicana Frida Khalo, pintora com fortes opiniões políticas e identidade nacional e a brasileira Anita Malfatti, descreditada por nomes como Monteiro Lobato por trazer tendências artísticas da Europa, ainda pouco exploradas no Brasil.

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O Abraço de amor do Universo, a Terra (México), eu, Diego e o Senhor Xolotl – Frida Khalo, 1949

Atualmente, com a facilidade de disseminação de informação e fortalecimento da luta feminista por espaços em diversos campos, artistas como Marina Abramovic, Tracey Emin e Jenny Holzer são aclamadas mundialmente por obras (entre pinturas, performances e projeções) disruptivas, criativas e questionadoras.

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Protect Me From What I Want – Jenny Holzer, 1982

No mundo do design, também é clara a desproporção entre homens e mulheres trabalhando no meio. Até recentemente era difícil encontrar mulheres em livros de história do design ou em exibições, e obras em geral. Além disso, ainda persiste uma diferença real nos salários pagos das mulheres designers gráficas quando comparado com o dos homens. Com tudo isso, organizações e esforços internacionais estão buscando igualar essa situação, com iniciativas que valorizem o trabalho artístico de mulheres, como a exposição no Museu de Transportes de Londres, que reuniu produções de artistas para celebrar os 100 anos de mulheres criativas na “Poster Parade”.

Os obstáculos para as mulheres criativas ainda são muitos. Ainda existe uma tendência a preferir a representação da mulher pelo prisma do olhar masculino e a pura desigualdade na hora do reconhecimento ou abertura de espaços para exposições, falas, cargos superiores em empresas… Ainda assim, temos mulheres fortes e inspiradoras que encontram no design gráfico uma plataforma e ferramenta de denúncia e mudança social positiva! Entre elas, as influenciadoras Wacom Natalie Shau e Miss Led, e a brasileira Bea Feitler, renomada diretora de arte que atuou em publicações como Harper’s Bazaar, Rolling Stones e Vanity Fair.

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Bea Feitler, Harper’s Bazaar, 1965

Nosso sincero parabéns às mulheres artistas de todo o mundo! Esperamos que nossos produtos sejam uma ferramenta que permita toda a liberdade à sua criatividade, e saibam que nossos canais estão sempre abertos como plataforma de divulgação da sua arte!

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