segunda-feira, julho, 2015

7 dicas para não parar no tempo como designer

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Você chegou quase lá! Acabou de concluir sua formação em design ou já está fora da faculdade há tempos. E aí você lembra também do seu primeiro contato com o ambiente do curso: um mundo que fervilha de ideias, possibilita a convivência com artes transgressoras, influências desafiadoras e mestres inspiradores.

Independente do momento, o design gráfico é um campo de conhecimento que muda constantemente, de maneira técnica e criativa. É preciso ampliar limites e sair da zona de conforto ao longo de toda uma carreira. Lidar com clientes, prazos e escopos – muitas vezes insanos – leva alguns profissionais à estagnação.

Brian Hoff, diretor de arte que deixou a Apple para fundar uma agência de design premiada, apresenta alguns exercícios que tenta manter para não deixar de evoluir. Entenda porque esse designer, escritor e professor, com mais de 40 mil seguidores no seu twitter, faz o maior sucesso com o blog The Design Cubicle no qual, além de ensinar e ajudar colegas, foca em educar clientes para melhores práticas na percepção de um design eficiente, efetivo e inovador.

Selecionamos algumas dicas que podem ajudar vocês, designers novatos ou experientes, a não pararem no tempo:

1  – Vire um colecionador

“Toda a vez que flagrar uma arte ou design que te inspire, pegue, leve para casa e guarde com você. Tenho milhares de panfletos, pôsteres e outros materiais impressos que esbarrei sem querer e coleciono ao longo dos anos. Está tudo arquivado em pastas e caixas, para acesso rápido.  Quando é preciso, são uma grande fonte de inspiração.”  

2 – Tire muitas fotos 

“Quando não dá para levar a referência que você curtiu para casa, a câmera do seu telefone pode ser, literalmente, a melhor memória fotográfica. Aponte e clique para analisar com calma mais tarde. Uso o aplicativo Evernote para organizar e acessar minhas fotografias de arquitetura, texturas, formas e sombras. Vale retratar qualquer coisa interessante que te chamar atenção a partir do olhar único como designer.”

3 – Compre livros

“Manter uma biblioteca é essencial. Tento comprar, pelo menos, uns dois livros por mês. Os assuntos variam entre a inspiração pura, formação em design e temas mais técnicos.”

 4 – Leia blogs de design, crie o seu próprio blog e seja ativo na comunidade

“Não canso de aprender lendo blogs excelentes de outros designers. A web é uma fonte inesgotável de conhecimento, use e abuse dela. Criar o meu blog também me ajudou a ficar atento às comunidades de artes gráficas, além de mais analítico com o meu próprio trabalho. Como um designer freelancer, é essencial receber feedbacks e críticas. Não ter que responder a um chefe mais experiente tem desvantagens, e os clientes nem sempre tem a razão.”

5 – Crie projetos fantasmas

“Toda vez que sobra um tempinho (o que está ficando cada vez mais raro), gosto de soltar a criatividade inventando projetos falsos como logos e sites para empresas imaginárias. Criar sem amarras também ajuda a superar um pouco da frustração causada por trabalhos que deixaram de ser meus depois de tantas alterações a mando de clientes.”

6 – Refaça o design dos outros ou melhore seus trabalhos antigos

“Não quer inventar projetos falsos? Tente redesenhar a arte de outras pessoas. Isso ajuda avaliar o que eles fizeram de errado, ou como você poderia fazer melhor. Da mesma forma, eu também sei como é olhar para algumas peças do meu início de carreira e pensar: preciso me livrar disso agora mesmo! Alguns trabalhos, independente do resultado final, são importantes na sua formação. Porque não, ao invés de jogar projetos inteiros no lixo, retrabalhá-los? Assim, você melhora seu portfólio e suas habilidades ao mesmo tempo.”

7 – Entreviste outros designers, viaje e leve o seu caderno de rascunhos sempre com você.

“Há alguns anos, um amigo fez um tour de entrevistas por 100 estúdios de design nos Estados Unidos. Além de ser bem recebido e fazer bons contatos, ele descobriu coisas que nunca conseguiria aprender em cursos. Viajar para outros países, conhecer outras culturas e sua arte, também é uma fonte de inspiração inesgotável para quem vive do olhar. E não deixe seu bloco de rascunhos em casa. Com ele, você não fica preso a limitações energéticas e tecnológicas. Todas essas experiências fizeram uma gigantesca diferença no meu trabalho. “

 

Confira o texto original no The Design Cublice aqui.

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